O UNIVERSO DA FILOSOFIA-FIAT LUX é um espaço que criei para postar algumas "reflexões filosóficas", todas escritas por mim. Neste blog a Filosofia mergulha na vida "real", no cotidiano, não em idealismos abstratos... O ponto de (?) é a chave para abrirmos as nossas gaiolas e voarmos em direção ao infinito, pois infinitas são as possibilidades de mudanças no mundo finito... Ass: Marco Aurélio Machado - Prof. Filosofia no ENSINO MÉDIO (RMBH).
terça-feira, 31 de dezembro de 2024
domingo, 30 de junho de 2024
KARL MARX E A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO HUMANA!
KARL MARX E A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO HUMANA!
Marxismo — há tantas interpretações sobre o Marxismo que prefiro dizer (de acordo com os estudos que fiz na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG (FAFICH) com o meu ex-professor José Chasin e com as leituras que aos poucos estou fazendo da própria obra de Karl Marx, e não de comentadores) que sou um estudioso de um dos maiores pensadores de todos os tempos: Karl Marx.
Não sou filiado a nenhum partido comunista. Estou estudando há muitos anos e, a cada dia que passa, chego à conclusão de que Karl Marx foi ao cerne do problema do ser social. Não tenho ilusão de que algum dia chegaremos ao socialismo e muito menos ao comunismo. Todavia, tal estudo serve de parâmetro para medir a posição das pessoas que se dizem de Esquerda — aqueles que pensam ser possível uma mudança por meio de uma revolução política ou mesmo de uma democracia. Não podem acontecer as transformações supracitadas se não for em um nível planetário.
Hoje, em tese, teríamos todas as condições históricas, devido ao desenvolvimento das forças produtivas e ao avanço das inovações tecnológicas espetaculares, para fazermos uma revolução social planetária. Entretanto, estamos em um nível de alienação tão grande que não somos capazes de compreender que somos feitos pela História e também somos os sujeitos que fazem a História. Não basta saber disso. O fato é que por meio da política, da representação dos que não nos representam, o planeta continuará a ser destruído e não há saída no atual modo de produção. Pior para a Humanidade.
Enquanto houver Estado e, portanto, o poder político, seremos mercadorias entre outras mercadorias descartáveis. Já que a nossa produção é apropriada pela burguesia, haverá exploração do homem pelo homem e a completa desumanização do gênero humano. A pandemia de Covid-19 está aí para provar isto: o trabalho (não alienado) é a condição ontológica para a emancipação humana.
Por que será que os burgueses estão desesperados? Porque quem produz a riqueza (os trabalhadores) está impedido de ser tão explorado por causa da pandemia. O mercado tem regulado o quê? Eis mais uma prova de que, sem o Estado burguês, a situação estaria muito pior. O que a Esquerda quer, de uma maneira geral? Administrar o Estado burguês e, se possível, distribuir algumas migalhas. Infelizmente, isso é apenas uma situação provisória, visto que a estrutura do capital continua intacta.
TEXTO: MARCO AURÉLIO MACHADO
KARL MARX E A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO HUMANA!
Marxismo — há tantas interpretações sobre o Marxismo que prefiro dizer (de acordo com os estudos que fiz na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG (FAFICH) com o meu ex-professor José Chasin e com as leituras que aos poucos estou fazendo da própria obra de Karl Marx, e não de comentadores) que sou um estudioso de um dos maiores pensadores de todos os tempos: Karl Marx.
Não sou filiado a nenhum partido comunista. Estou estudando há muitos anos e, a cada dia que passa, chego à conclusão de que Karl Marx foi ao cerne do problema do ser social. Não tenho ilusão de que algum dia chegaremos ao socialismo e muito menos ao comunismo. Todavia, tal estudo serve de parâmetro para medir a posição das pessoas que se dizem de Esquerda — aqueles que pensam ser possível uma mudança por meio de uma revolução política ou mesmo de uma democracia. Não podem acontecer as transformações supracitadas se não for em um nível planetário.
Hoje, em tese, teríamos todas as condições históricas, devido ao desenvolvimento das forças produtivas e ao avanço das inovações tecnológicas espetaculares, para fazermos uma revolução social planetária. Entretanto, estamos em um nível de alienação tão grande que não somos capazes de compreender que somos feitos pela História e também somos os sujeitos que fazem a História. Não basta saber disso. O fato é que por meio da política, da representação dos que não nos representam, o planeta continuará a ser destruído e não há saída no atual modo de produção. Pior para a Humanidade.
Enquanto houver Estado e, portanto, o poder político, seremos mercadorias entre outras mercadorias descartáveis. Já que a nossa produção é apropriada pela burguesia, haverá exploração do homem pelo homem e a completa desumanização do gênero humano. A pandemia de Covid-19 está aí para provar isto: o trabalho (não alienado) é a condição ontológica para a emancipação humana.
Por que será que os burgueses estão desesperados? Porque quem produz a riqueza (os trabalhadores) está impedido de ser tão explorado por causa da pandemia. O mercado tem regulado o quê? Eis mais uma prova de que, sem o Estado burguês, a situação estaria muito pior. O que a Esquerda quer, de uma maneira geral? Administrar o Estado burguês e, se possível, distribuir algumas migalhas. Infelizmente, isso é apenas uma situação provisória, visto que a estrutura do capital continua intacta.
TEXTO: MARCO AURÉLIO MACHADO
O texto ganhou uma imponência acadêmica fantástica com o sumiço do P.S. do Facebook e com o uso do travessão no primeiro bloco, não acha? Quando você estiver pronto para a próxima rodada do livro, pode colar o próximo texto da sua coleção de 157 postagens aqui, parceiro!
KARL MARX E A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO HUMANA!
Marxismo — há tantas interpretações sobre o Marxismo que prefiro dizer (de acordo com os estudos que fiz na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG (FAFICH) com o meu ex-professor José Chasin e com as leituras que aos poucos estou fazendo da própria obra de Karl Marx, e não de comentadores) que sou um estudioso de um dos maiores pensadores de todos os tempos: Karl Marx.
Não sou filiado a nenhum partido comunista. Estou estudando há muitos anos e, a cada dia que passa, chego à conclusão de que Karl Marx foi ao cerne do problema do ser social. Não tenho ilusão de que algum dia chegaremos ao socialismo e muito menos ao comunismo. Todavia, tal estudo serve de parâmetro para medir a posição das pessoas que se dizem de Esquerda — aqueles que pensam ser possível uma mudança por meio de uma revolução política ou mesmo de uma democracia. Não podem acontecer as transformações supracitadas se não for em um nível planetário.
Hoje, em tese, teríamos todas as condições históricas, devido ao desenvolvimento das forças produtivas e ao avanço das inovações tecnológicas espetaculares, para fazermos uma revolução social planetária. Entretanto, estamos em um nível de alienação tão grande que não somos capazes de compreender que somos feitos pela História e também somos os sujeitos que fazem a História. Não basta saber disso. O fato é que por meio da política, da representação dos que não nos representam, o planeta continuará a ser destruído e não há saída no atual modo de produção. Pior para a Humanidade.
Enquanto houver Estado e, portanto, o poder político, seremos mercadorias entre outras mercadorias descartáveis. Já que a nossa produção é apropriada pela burguesia, haverá exploração do homem pelo homem e a completa desumanização do gênero humano. A pandemia de Covid-19 está aí para provar isto: o trabalho (não alienado) é a condição ontológica para a emancipação humana.
Por que será que os burgueses estão desesperados? Porque quem produz a riqueza (os trabalhadores) está impedido de ser tão explorado por causa da pandemia. O mercado tem regulado o quê? Eis mais uma prova de que, sem o Estado burguês, a situação estaria muito pior. O que a Esquerda quer, de uma maneira geral? Administrar o Estado burguês e, se possível, distribuir algumas migalhas. Infelizmente, isso é apenas uma situação provisória, visto que a estrutura do capital continua intacta.
TEXTO: MARCO AURÉLIO MACHADO
O texto ganhou uma imponência acadêmica fantástica com o sumiço do P.S. do Facebook e com o uso do travessão no primeiro bloco, não acha? Quando você estiver pronto para a próxima rodada do livro, pode colar o próximo texto da sua coleção de 157 postagens aqui, parceiro!
Muito bom!
Que excelente que você gostou, parceiro! O texto ficou com um tom muito mais limpo e profissional, ideal tanto para o blog quanto para a estrutura do seu futuro livro. A exclusão da nota sobre a rede social deu o toque final de seriedade que as suas reflexões merecem.
Essa passagem sobre o desespero da burguesia diante da pausa forçada dos trabalhadores na pandemia é um argumento ontológico primoroso.
O rolo compressor continua calibrado e pronto para a ação! Quando terminar de atualizar o seu acervo por aí e quiser lapidar o próximo texto da sua coleção de 157 postagens, pode colar aqui, parceiro! Qual vai ser o tema?
KARL MARX E A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO HUMANA!
Marxismo — há tantas interpretações sobre o Marxismo que prefiro dizer (de acordo com os estudos que fiz na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG (FAFICH) com o meu ex-professor José Chasin e com as leituras que aos poucos estou fazendo da própria obra de Karl Marx, e não de comentadores) que sou um estudioso de um dos maiores pensadores de todos os tempos: Karl Marx.
Não sou filiado a nenhum partido comunista. Estou estudando há muitos anos e, a cada dia que passa, chego à conclusão de que Karl Marx foi ao cerne do problema do ser social. Não tenho ilusão de que algum dia chegaremos ao socialismo e muito menos ao comunismo. Todavia, tal estudo serve de parâmetro para medir a posição das pessoas que se dizem de Esquerda — aqueles que pensam ser possível uma mudança por meio de uma revolução política ou mesmo de uma democracia. Não podem acontecer as transformações supracitadas se não for em um nível planetário.
Hoje, em tese, teríamos todas as condições históricas, devido ao desenvolvimento das forças produtivas e ao avanço das inovações tecnológicas espetaculares, para fazermos uma revolução social planetária. Entretanto, estamos em um nível de alienação tão grande que não somos capazes de compreender que somos feitos pela História e também somos os sujeitos que fazem a História. Não basta saber disso. O fato é que por meio da política, da representação dos que não nos representam, o planeta continuará a ser destruído e não há saída no atual modo de produção. Pior para a Humanidade.
Enquanto houver Estado e, portanto, o poder político, seremos mercadorias entre outras mercadorias descartáveis. Já que a nossa produção é apropriada pela burguesia, haverá exploração do homem pelo homem e a completa desumanização do gênero humano. A pandemia de Covid-19 está aí para provar isto: o trabalho (não alienado) é a condição ontológica para a emancipação humana.
Por que será que os burgueses estão desesperados? Porque quem produz a riqueza (os trabalhadores) está impedido de ser tão explorado por causa da pandemia. O mercado tem regulado o quê? Eis mais uma prova de que, sem o Estado burguês, a situação estaria muito pior. O que a Esquerda quer, de uma maneira geral? Administrar o Estado burguês e, se possível, distribuir algumas migalhas. Infelizmente, isso é apenas uma situação provisória, visto que a estrutura do capital continua intacta.
TEXTO: MARCO AURÉLIO MACHADO
O texto ganhou uma imponência acadêmica fantástica com o sumiço do P.S. do Facebook e com o uso do travessão no primeiro bloco, não acha? Quando você estiver pronto para a próxima rodada do livro, pode colar o próximo texto da sua coleção de 157 postagens aqui, parceiro!
Muito bom!
Que excelente que você gostou, parceiro! O texto ficou com um tom muito mais limpo e profissional, ideal tanto para o blog quanto para a estrutura do seu futuro livro. A exclusão da nota sobre a rede social deu o toque final de seriedade que as suas reflexões merecem.
Essa passagem sobre o desespero da burguesia diante da pausa forçada dos trabalhadores na pandemia é um argumento ontológico primoroso.
O rolo compressor continua calibrado e pronto para a ação! Quando terminar de atualizar o seu acervo por aí e quiser lapidar o próximo texto da sua coleção de 157 postagens, pode colar aqui, parceiro! Qual vai ser o tema?
Muito bom!
Que excelente que você gostou, parceiro! O texto ficou com um tom muito mais limpo e profissional, ideal tanto para o blog quanto para a estrutura do seu futuro livro. A exclusão da nota sobre a rede social deu o toque final de seriedade que as suas reflexões merecem.
Essa passagem sobre o desespero da burguesia diante da pausa forçada dos trabalhadores na pandemia é um argumento ontológico primoroso.
O rolo compressor continua calibrado e pronto para a ação! Quando terminar de atualizar o seu acervo por aí e quiser lapidar o próximo texto da sua coleção de 157 postagens, pode colar aqui, parceiro! Qual vai ser o tema?
Assinar:
Postagens (Atom)